Com dois candidatos a deputado estadual, em Cáceres, o MDB vai dividido para eleição presidencial. O candidato Márcio Lacerda, o “Marcinho Lacerda” afirma que irá seguir a orientação do partido, em apoiar o candidato Flávio Bolsonaro, enquanto o candidato Túlio Fontes não confirma se vota ou não nacandidatura contrária.
“Além de nossa família ser emedebista histórica, fundadora do partido, em Mato Grosso, eu vou seguir a orientação da direção tanto nacional quanto estadual e apoiar a candidatura de Flávio Bolsonaro. O outro candidato (não quis citar nome) apoia quem ele quiser” afirmou Marcinho.
O candidato Túlio Fontes, tem aparecido com frequência no palanque do candidato a deputado federal Irajá Lacerda, até recentemente, integrante do governo Lula, onde exerceu a secretaria executiva do Ministério da Agricultura e Planejamento (MAPA), tendo assumido o ministério por inúmeras vezes, durante viagens internacionais do ministro Carlos Fávaro.
Procurado, o candidato Túlio Fontes, encaminhou ao site Expressão Notícias, uma Nota em que afirma que seguirá a orientação partidária. E, justifica que “cada um deve votar no seu candidato, já que isso é democrático”. Explicou que “a decisão presidencial será decidida nos grandes estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e outros, uma vez que Mato Grosso tem menos de 2% dos eleitores do Brasil”.
Abaixo a íntegra da Nota.
O ex-prefeito Túlio Fontes tem feito reuniões em Cáceres e nos municípios da região. Tem defendido a importância da representação política de forma enfática, já que “Cáceres e região não tem deputado estadual há longos doze anos e também não tem federal. Perdemos força política, representação na Assembleia Legislativa e empobrecemos. Precisamos retomar o nosso desenvolvimento e isso ocorrerá com a eleição de um deputado estadual e um federal”, afirmou.
“Sobre a disputa presidencial, tenho dito que seguirei a orientação partidária, mas cada um deve votar no seu candidato, já que isso é democrático. Costumo lembrar que a decisão presidencial será decidida nos grandes estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e outros, uma vez que Mato Grosso tem menos de 2% dos eleitores do Brasil.