Na noite de segunda-feira (19/10), as três Seções do Sindicato Nacional dos(as) Servidores(as) Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica - SINASEFE, que representam os(as) professores(as) e técnicos(as)-administrativos(as) do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), incluindo a Seção Sindical do Campus Cáceres, aprovaram por unanimidade apoio à reeleição do Lula, no intuito defender nas urnas e nas ruas a Democracia, o legado dos Institutos Federais e a Soberania Nacional.
Uma CARTA ABERTA A SOCIEDADE MATO-GROSSENSE foi aprovada Assembleia Geral Unificada.
Veja:
CARTA DOS(AS) SERVIDORES(AS) DO INSTITUTO FEDERAL DE MATO GROSSO (IFMT) A SOCIEDADE MATO-GROSSENSE
EM 25 DE OUTUBRO É HORA DE DEFENDER A DEMOCRACIA, OS SERVIÇOS PÚBLICOS E A SOBERANIA NACIONAL – VOTANDO LULA PRESIDENTE
Servidores(as) do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), técnicos-administrativos e professores, reunidos(as) em Assembleia Geral Unificada das Seções Sindicais do SINASEFE, aprovaram o apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
Conclamamos a sociedade mato-grossense a defender nas urnas e nas ruas os serviços públicos, os Institutos Federais e a nossa Soberania Nacional. A criação e a expansão dos Institutos Federais (IFs) foi uma política pública educacional de 2008, no segundo governo Lula.
Atualmente são mais de 700 unidades funcionando dos IFs em todo o território nacional com mais de dois milhões de matrículas, aliada a uma arrojada política de acesso, permanência e êxito via a assistência estudantil (alimentação, transporte, moradia, bolsas de ensino, pesquisa e extensão, esporte cultura etc.).
Em Mato Grosso através do IFMT são mais de 21 campi em 20 municípios, proporcionando oportunidades de estudos à juventude, qualificação profissional aos trabalhadores, geração de renda nas localidades e desenvolvimento tecnológico. Contrário a isso, entre 2019 e 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro, vivemos no IFMT um período de brusca redução orçamentária e de congelamento salarial dos servidores que proporcionaram perdas de 30 a 40% de nossas remunerações.
Para 2027, o bolsonarismo e sua base eleita de parlamentares prometem o “tesouraço” que significa redução de gastos nos serviços públicos, incluindo a educação. E, pior, indicam prioridade na “Contrarreforma Administrativa”, alterando a Constituição de 1988 com o fim dos concursos e da estabilidade dos servidores efetivos, para facilitar a inserção dos apadrinhados políticos na máquina pública.
Os 38 Institutos Federais presentes em todo o país, juntamente com as Universidades públicas, são os principais polos de pesquisa, inovação e de formação profissional do nosso povo. Defendê-las é defender nossa Soberania Nacional e o futuro das novas gerações. O bolsonarismo nunca teve compromisso com essas instituições, ao contrário, sempre menosprezou e atacou-as como “antros de balburdia”.
NO DIA 25 DE OUTUBRO, EM DEFESA DO IFMT E DEMAIS INSTITUTOS FEDERAIS: É LULA PRESIDENTE!