Depois do corte de salários, agora os profissionais da educação da rede estadual, em vigília na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), tiveram a alimentação cortada nesta sexta-feira (26.07), dia de sessão plenária extraordinária. A proibição dos educadores se alimentar foi dada pelo comando da polícia militar, da Casa de Leis, alterando a notificação extrajudicial emitida pela mesa diretora da ALMT, em 23 de julho.
Os profissionais estão mobilizados na Assembleia Legislativa desde terça-feira (23), acompanhando as sessões plenárias. O objetivo é sensibilizar os deputados e a única deputada da Casa, a priorizarem as questões da Educação, que cobra cumprimento da Lei 510/2013, e avanço nas mediações com o governo.
Por deliberação da mesa diretora, cujo o presidente é o deputado Eduardo Botelho, estava autorizado ao Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) representando pelos profissionais que compõem a sua base, permanecerem no recinto, desde que se responsabilizassem por danos ao patrimônio.
“A atitude configura em mais um ato de truculência do governo que tenta coibir o exercício da manifestação dos trabalhadores e trabalhadoras da educação da rede estadual”, denuncia o presidente do Sintep/MT, Valdeir Pereira