Resenha: "A cama na varanda"
Por Lendo.org
15/04/2012 - 00:02

Foto: Editora Best Seller
“Dois é pouco” Depois de dez anos de lançado e 50 mil cópias vendidas, o livro A cama na varanda – Arejando nossas idéias a respeito de amor e sexo, da sexóloga Regina Navarro Lins, precisou ser ampliado. Na nova edição, lançada pela editora Best Seller (480 págs.), Regina usou o que ouviu em 34 anos de consultório para decretar o fim do casamento tal como o conhecemos. E faz um alerta sobre o que pensa ser um novo caso de saúde pública: a falta de sexo para mulheres maduras. O que mudou em 10 anos. Segundo a autora do livro, em dez anos novas tendências surgiram. A idéia de amor romântico, idealizado, que prega só ser possível amar uma pessoa de cada vez, está saindo de cena e levando consigo a exigência de exclusividade. Daqui há algum tempo, segundo a sexóloga, será muito mais comum o poliamor. Isso quer dizer que solteiros e casados vão poder amar várias pessoas ao mesmo tempo. A autora afirma que o que faz é ler os sinais. Ela diz que quando entrou para a faculdade, em 68, todo mundo era virgem. Ninguém acreditaria que em umas poucas décadas moça nenhuma se casaria virgem. Ela afirma que exclusividade sexual sempre foi uma ficção. E relações extraconjugais são super comuns. Diz ainda que relação fora do casamento nada tem a ver com traição(?). Afirma que o grande equívoco é fazer pacto de fidelidade. “Não é natural ficar muitos anos sentindo tesão por uma só pessoa. Isso não existe.” Quanto ao ciúme… Regina diz que temos que lutar contra o ciúme, pois ele é intimidador, tem a ver com sentimento de posse. E que erradamente aprendemos a ter posse do outro. “O fato de se transar com outra pessoa não significa que deixamos de amar o nosso parceiro”, afirma a sexóloga. Diz ainda que relação monogâmica é rara no mundo animal. Existe em raríssimas espécies. O adultério não acontece somente nos casos famosos: Bill Clinton, Renan Calheiros. Segundo Regina, todos gostamos de variar, o que não significa que amamos menos nossos parceiros. Amor na Web Os namoros virtuais já apontam para essas mudanças de comportamento: “Quando se transa com alguém na Web, se não gostar, é só deletar e começar a transar com outro.” O entrevistador pergunta � doutora como se transa com alguém pela internet: “Por meio de palavras. Tem gente que se masturba no processo, mas não necessariamente. O pensamento é fortíssimo. Basta escrever, criar situações. Muita gente faz isso. Conversam, transam e só depois encontram-se pessoalmente.” Como será o casamento no futuro? “Muito mais livre. Minhas netas vão pensar: “coitadinha da vovó, que tinha um marido para tudo”. As pessoas vão ter.
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